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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mon coeur

Prends mon coeur. C'ést à toi pour ecouter, pour elever, pour soigner. Avec mon couer dans tes mains,  je ne me sens pas vide. Prends le! 

C'est à toi mon coeur. Aurevoir solitude.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

To swim, or not to swim...

Thank god for the swimming lessons, pensou ela.
Porque raio lhe teria surgido tal ideia ?
Na verdade, nem ela era fluente em inglês, nem nunca tivera as divinas lições de natação.
C'mon! swim!
Outra vez.
Teria abandonado a língua pátria e, na loucura do cansaço, desertado para um país diferente? Há quanto tempo estaria aqui? Dias? Semanas?
Há seis anos fez uma viagem de barco com a sua filha recém nascida, lembra-se bem, foram tempos felizes... Terá sido aí que se deu o acidente?
Swim, god dam'it!
Corrigiu a técnica, adulterada pela ignorância e pelo cansaço, obedecendo a essa estranha língua que não era a sua.
Swim!
E ela tão cansada, e o apelo do abismo azul ali tão perto, tão fácil.
Swim!
E ela tão cansada...
Recorda as palavras do seu pai, que nas férias no Algarve, travestido de instrutor de natação, lhe foi ensinando a arte da sobrevivência no meio líquido.:  "Se algum dia perderes pé, bóia!"
E foi assim, de braços abertos e olhos fixos no céu, que ela esperou que a corrente a arrastasse para terra.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Bolas! Também não posso ser sempre eu a fazer tudo! Ter ideias, tomar iniciativa, gerir conflitos, empurrar, empurrar, empurrar... tu sempre aí, a assistir de camarote. Chega! Estou fartinha! Por isso,se faz favor Vida, hoje empurras tu que eu estou cansada.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ca estúpida!!!

Tenho têndencia natural para olhar para o melhor das pessoas. Não é incapacidade para ver as contradições, o egoísmo ou a ignorância, é mesmo têndencia para desculpar esse lado com o facto de, afinal, sermos apenas humanos, categoria na qual, alegremente, me incluo. Claro que há uns mais humanos (ou desumanos) do que outros,  mas esses passam-me ao lado sem incidentes de maior porque nem páro para olhar. Quando carrego no stop para deixar entrar alguém, é porque me encheu o olho que, com o passar dos anos,  se tornou clínico.  E depois de abrir a porta, acredito. Porque sou optimista. E mesmo que se desvendem copos que, afinal, estão meio vazios, continuo durante muito tempo a acreditar que o líquido no fundo um dia irá transbordar, nem que para isso tenha de ser eu a construir as condutas e o pipe line de alimentação. 
Mas ás vezes chega a um ponto em que é preciso reconhecer que não vale a pena. Há umbigos que são buracos negros que tudo engolem e de onde nem a luz escapa. E hoje fechei a torneira porque quem nasceu para lagartixa, nunca chega a jacaré. O que fica? Quase nada. Apenas uma mão na testa e um  "Mas como é que eu não vi logo? Ca estúpida!"

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Panquecas

Esta é uma das minhas receitas de eleição. Adoro. E ontem prometi partilhá-la com uma amiga. Pois, aqui fica, retirada da revista "Mulher Moderna na Cozinha" de Fevereiro de 2001, onde foi publicada como sugestão de Dia de S. Valentim como pequeno almoço romântico para passar a manhã na cama.  Sabe sempre bem...


Panquecas

2dl de leite; 50g de manteiga; 60g de açúcar; 200g de farinha; uma pitada de sal; 2 gemas; 1 ovo; 2 gotas de essência de baunilha

Junte o leite com a manteiga e aqueça ligeiramente até derreter. Noutro recipiente, misture o açucar com a farinha e o sal, e verta-lhes, em fio, o preparado de leite. Bata as gemas com o ovo e envolva-os na massa, bem como as gotas de essência de baunilha. Deixe repousar 10 min.
Unte uma frigideira anti aderente com manteiga, leve ao lume e vá fazendo as panquecas.
Pode acompanhar com geleia de marmelo, mel, manteiga ou, imaginação qb