E é isto
quarta-feira, 9 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Mon coeur
Prends mon coeur. C'ést à toi pour ecouter, pour elever, pour soigner. Avec mon couer dans tes mains, je ne me sens pas vide. Prends le!
C'est à toi mon coeur. Aurevoir solitude.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A opinião do Especialista
Só um cardiologista, um especialista na fisiologia, na morfologia e em todas as ciências que se ocultam no coração sabe responder. Só um especialista que já olhou milhares de corações olhos nos olhos sabe a resposta. Por isso perguntei: João, tu que és Cardio, achas que amamos com o coração? E o meu Especialista, que destrói os corações de ratos na esperança de um dia construir o dos homens, do alto da sua medicina baseada na evidência, disse.
- Acho que devíamos amar com o coração e teimamos em amar com a cabeça.
E eu concordei.
Conversado no tweeter com o @JoaoPedroL
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Analfabetos nós?
O SOLDADO
Não sei ler...
O DIABO
Não sabe ler? Nem precisa.
É um livro para ler sem se saber ler.
É um livro... eu lhe digo,
que se lê a si próprio; lê-se a quem o tem.
Basta abrir e cai tudo.
É um... cofre-forte.
Abre-se e tiram-se...
Títulos!
Dinheiros!
OURO!
O SOLDADO
Gostava de ver primeiro.
C.F. RAMUZ (1878-1947), História do Soldado
(versão de Mário Cesariny)
Não sei ler...
O DIABO
Não sabe ler? Nem precisa.
É um livro para ler sem se saber ler.
É um livro... eu lhe digo,
que se lê a si próprio; lê-se a quem o tem.
Basta abrir e cai tudo.
É um... cofre-forte.
Abre-se e tiram-se...
Títulos!
Dinheiros!
OURO!
O SOLDADO
Gostava de ver primeiro.
C.F. RAMUZ (1878-1947), História do Soldado
(versão de Mário Cesariny)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Palavras interditas
Tu falas, sim . De ti. Falas muito. Descreves com a destreza linguística que te caracteriza e com monótona exactidão todos os momentos do dia, todas as acções e reacções, não deixas nenhum minuto em sossego, não fica pedra sobre pedra.
Tantas palavras
Algumas houve que deixaste cair em desuso.
Dantes não era assim. Falavas de ti, sim. Mas falavas comigo... Descrevias com apaixonante exactidão todas as emoções, todos os sentimentos, accionando em mim acções e reacções, este desassossego com que fui construindo o amor. Pedra sobre pedra.
Hoje tens palavras interditas.
E, entre nós, deixou de se pronunciar o amor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

